Deputado Lindbergh Farias intensifica cobrança por celeridade em investigações sobre a produtora do filme "Dark Horse"
- RJ

- 28 de jun.
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O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) vem se destacando na linha de frente pela busca de transparência e agilidade na apuração de denúncias envolvendo recursos públicos destinados à produção de um filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar reiterou a importância de que os órgãos de controle atuem com presteza diante da gravidade dos fatos narrados em áudios que circulam publicamente.
De acordo com o parlamentar, há um esforço constante de sua parte para manter o caso sob análise rigorosa das autoridades competentes. “Estou todo dia pressionando, entrando no STF, entrando na Polícia Federal”, afirmou Lindbergh, ressaltando o papel ativo do mandato em não permitir o arrefecimento das investigações.
O caso ganhou novos desdobramentos com a sinalização de que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, deve encaminhar elementos para a Procuradoria-Geral da República (PGR) a fim de avaliar a abertura formal de investigações.
A atuação de Lindbergh aponta para a necessidade de esclarecer três linhas principais de investigação que correm no âmbito da Polícia Federal e de outros órgãos de controle:
Destinação dos Recursos: A apuração sobre a origem e o fluxo de capital que teria financiado a produção cinematográfica da empresa Dark Horse.
Uso do Fundo Havengate: Investigar se houve utilização indevida de fundos para custear despesas pessoais e de campanha política de membros da família do ex-presidente.
Repasses por Emendas Parlamentares: Esclarecer o recebimento de valores expressivos pela produtora, que somam milhões de reais oriundos de emendas parlamentares e verbas de entes federativos como a Prefeitura de São Paulo e o Governo do Distrito Federal.
O deputado também manifestou uma postura técnica quanto à condução dos processos no Judiciário. Lindbergh informou que recorreu de uma decisão anterior que centralizava os casos sob a relatoria do ministro André Mendonça, defendendo que, por haver conexões estritas com o tema de repasses orçamentários e emendas parlamentares, seria juridicamente mais adequado que a relatoria ficasse a cargo do ministro Flávio Dino.
"A gente não pode aceitar embromação. Temos que cobrar, exigir velocidade nessa investigação", declarou o deputado, reforçando o compromisso com a defesa do patrimônio público e o direito da sociedade de obter respostas claras sobre o uso de recursos do Estado.

















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